Rogério Santos de Souza



 

O que aprendi correndo uma maratona?

Correr 42 quilômetros é um desafio e tanto. Quando resolvi disputar minha primeira maratona, em abril de 2017, estava em meu segundo ano como corredor. Ouvi muitas reprovações e conselhos de que deveria esperar mais, me condicionar melhor. Com um pouco de teimosia e muito entusiasmo, literalmente segui em frente na busca do meu objetivo de cruzar a linha de chegada nesta categoria que é ao mesmo tempo amada e temida por quem corre. E completei a A Maratona Internacional de São Paulo.

Tudo ia bem até o quilômetro 30, quando dores terríveis no joelho me fizeram interromper o ritmo que imprimia e me arrastar por 12 mil metros, concluindo e 5 horas e 18 minutos. Cheguei extenuado, irritado e triste pelo tempo final, considerado pífio para minhas ambições de atleta amador.

Mas que lições tirei dessa experiência? A primeira é preparação – na corrida ou em qualquer atividade – é fundamental. Não adianta só querer fazer, temos que estar preparados para nosso entusiasmo não ser engolido pela falta de condições. Outro ponto: provei a mim mesmo que sou capaz de fazer aquilo que me proponho, não importa as dificuldades encontradas no meio do percurso. E que a sensação de cruzar a linha de chegada superou a dor física e a colocar a medalha de participação no peito me encheu de satisfação. A partir desse dia, meu “batismo” como corretor estava sacramentado.

Enfim, o que fiz depois? Me inscrevi em outra maratona que seria realizada em junho. Desta vez, mais preparado, fiz o tempo de 4 horas e 13 minutos, de maneira mais serena e aproveitando mais a experiência.

Correrei novamente na Maratona Internacional de São Paulo e em junho participarei da Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

 

Concluir minha primeira maratona foi inesquecível!



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